Sinto falta de vagar pelas ruas da Fronteira nas madrugadas, sem correr muitos riscos, talvez o único risco, era encontrar outros como eu. E por muitas vezes os encontrei nas esquinas, ou caminhando em direção oposta à minha. Nossos olhares entrecruzavam-se por alguns instantes, tempo suficiente para reconhecer a mesma vazão de sentimentos, que fazia-nos estar ali, a procura de respostas.
Memórias Póstumas
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Não gostei do último álbum do Jão. Mas este Memórias Póstumas é bem bonito.
Suponho que por ser um álbum sobre palavras e sobre como lidar com o luto.
Ta...
Há um dia



Bons tempos estes ... sempre curti estas demandas ... hoje não faço mais, por questão física mesmo e tb por falta de segurança ...
ResponderExcluirBeijão
Por aqui eu também não tenho coragem. Em Foz, apesar de muitos dizerem ser uma cidade perigosa por causa da fronteira, nunca vi muito perigo nessa andanças minhas.
ExcluirSuper me identifiquei com esse post... quantas madrugas fico e os pensamentos na janela, pensando, pensando, ...
ResponderExcluirGrande abraço.
Engraçado Latinha, nessas caminhadas pela madrugada eu via muitas pessoas nas janelas.
ExcluirAbraços
Ah, as madrugadas...
ResponderExcluirAmo! Sou uma coruja num corpo humano.
ExcluirEm Portugal também há uma terra chamada Fronteira... mas não deve ser a mesma lolol
ResponderExcluirSe for na fronteira com a Espanha poder ser um pouco parecida. A que eu falo é triplice fronbteira, em Foz do Iguaçu.(Brasil, Paraguay e Argentina)
ExcluirEm Portugal também há uma terra chamada Fronteira... mas não deve ser a mesma lolol
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