Em seguimento ao meu primeiro <post> sobre o Saci, publicado ano passado, no qual falo do meu gosto por este mito, trago à continuação um pouco mais da origem e o documentário "Somos todos Sacy", produzido a partir de narrativas sobre o mito no interior do Brasil. Segundo a Wikipédia*, o gorro vermelho e a personalidade traquina é uma herança de um ser mitológico do norte de Portugal, o Trasgo, cujo mito assemelha-se em muitos pontos como o do Saci e remonta à narrativas romanas.
"A Confraria Produções apresenta o documentário que mostra a vida, paixão e morte do mito na tradição oral e suas re-significações nos dias atuais. Sendo este mito a alegoria de nossa cultura antropofágica, a relevância para o debate em torno do Sacy se faz pela motivação de pensar e redescobrir o Brasil. Você já viu um Sacy? Acredita em Sacy? Como é o Sacy?
Por dois anos, os diretores desse documentário percorreram o interior de São Paulo formulando essas perguntas aos paulistas. Desse passeio encantado originou-se um filme lúdico e poético, tipicamente brasileiro.
Direção e roteiro: Rudá K. Andrade e Sylvio do Amaral Rocha". (Via: <Link> )



Adorei o documentário e fartei-me de rir com a historia dos dois senhores a contar a cena de do Saci a nascer com uma pena só.
ResponderExcluirMais curioso foi que nunca tinha ouvido falar do trasgo em Portugal
Também ri muito. Gostei da história do menino que o saci deixou em um buraco.
ExcluirAcho que é mais conhecida ao norte na fronteira com a Galicia.
Eu lembro-me muito bem o Saci do Sitio do picapua amarelo mas desconhecia a história por detrás dele. Gostei muito!!!
ResponderExcluirTambém me recordo do Sacci do Sítio do Picapau Amarelo ^^
ResponderExcluirA história por detrás da origem dele, desconhecia completamente! ^^
Limite e Mikel, o Sítio (série de TV) é uma adaptação da coletânea de livros escrita por Monteiro Lobato entre 1920 e 1977, que em conjunto leva o nome de Sítio do Pica-pau Amarelo.
ResponderExcluirTanto o Saci, como outros personagens que aparecem na saga o autor absorveu das narrativas populares, como a Iara, a mula-sem-cabeça, o curupira, caipora...