Quanto mais conheço o “mundo gay”- leia-se: homossexuais masculinos cisgêneros, o mais longe possível quero estar. É um concentrado de machismo e misoginia não encontrado em nenhum outro grupo social, como em estas proporções.
Ser gay não é sinônimo de sentir nojo de vagina. - Para muitos, dizer isto é atestar para outrem que são gays. Eu nunca precisei dizer que tenho nojo do corpo de uma mulher para saber que sou gay. Mulheres são ensinadas desde muito cedo a ter nojo do seu corpo. Corroborar esse conceito é dizer a mulheres que seus corpos são nojentos.
Ser gay não é sinônimo de culto ao pênis. -- A condição homossexual não está atrelada ao gosto por um órgão sexual. Há homens gays por aí que não tem pênis.
Ser gay não é sinônimo de culto ao pênis. -- A condição homossexual não está atrelada ao gosto por um órgão sexual. Há homens gays por aí que não tem pênis.
Ser gay não é sinônimo de aversão ao feminino. -- Há milênios o feminino é subjugado nesta sociedade patriarcal em que vivemos. Aproximar-se ou remeter ao feminino é execrável. Segregar gays afeminados e mulheres não nos fará sermos mais ou menos aceitos. Gays afeminados não são palhaços, muito menos uma paleta de cores para trazer colorido à vida. Isso é uma questão de personalidade. Atribuir-lhes essa função, é objetificá-los e desumanizá-los, e comportamento expansivo não é exclusividade de gays.
Gay, bicha, desviado, transviado, viado, homossexual masculino são sinônimos. Não há diferença entre estes termos, embora, para muitos a alcunha de bicha é ultrajante, porque bicha é um nível máximo do ser gay. “Seja gay, mas não seja bicha ou viado.” Mas no fim das contas, para a sociedade héteronormativa a diferença entre um gay que se enquadra no estereótipo de bicha e um que não se enquadra é inexistente. Pensar e agir desta forma em busca de uma possível aceitação, é dar um tiro no pé. É ajudar a manter o mantra do preconceito que nos atinge, cuja raiz, está no modelo de sociedade em que vivemos.
Gay, bicha, desviado, transviado, viado, homossexual masculino são sinônimos. Não há diferença entre estes termos, embora, para muitos a alcunha de bicha é ultrajante, porque bicha é um nível máximo do ser gay. “Seja gay, mas não seja bicha ou viado.” Mas no fim das contas, para a sociedade héteronormativa a diferença entre um gay que se enquadra no estereótipo de bicha e um que não se enquadra é inexistente. Pensar e agir desta forma em busca de uma possível aceitação, é dar um tiro no pé. É ajudar a manter o mantra do preconceito que nos atinge, cuja raiz, está no modelo de sociedade em que vivemos.
Este boçal conseguiu se superar em nível de boçalidade. Se possível é, ser mais ou menos boçal. Fazer vídeos falando sobre homofobia, perfeito! Vamos acabar com o preconceito que me atinge. Fazer um vídeo repleto de misoginia eu posso, porque estou em meu direito de fazer humor com o que quer que seja. Fodam-se os demais, porque essa noção de preconceito e opressão só se aplica ao que me atinge. Não estou perpetuando a misoginia, estou fazendo humor e entretenimento. Essa coisa de politicamente correto é chato e enche o saco.
Pimenta no cu dos outros é refresco! Existe limite para o humor, ao contrário do que muitos pensam. A maioria dos que criticam o politicamente correto não fazem noção do que seja o politicamente correto, porque querem manter o direito de exercer seu preconceito transvestido de humor livremente, e não importa se este "humor" oprime e fere a dignidade alheia.
Pimenta no cu dos outros é refresco! Existe limite para o humor, ao contrário do que muitos pensam. A maioria dos que criticam o politicamente correto não fazem noção do que seja o politicamente correto, porque querem manter o direito de exercer seu preconceito transvestido de humor livremente, e não importa se este "humor" oprime e fere a dignidade alheia.
Este vídeo reflete o que 99% dos gays(exagero meu esses 99%) pensam sobre mulheres lésbicas, por esses e pelos ditos acima, eu desejaria não fazer parte deste coletivo.












