"Amar é encontrar na felicidade do outro sua própria felicidade"
Nos últimos dias me sinto bloqueado emocionalmente, não completamente bloqueado. Um estado indefinido. Nenhum substantivo o nomeia.
Músicas me acompanham. Algumas acalmam, algumas golpeiam insistentemente a mente com seus refrões.
Entre Carrow, Jung e Campbell uma pergunta renitente açoita minha mente: Quem é você? Eu não sei! Eu tento olhar para dentro, mas o medo do que verei é maior e vacilo covardemente ou instintivamente porque talvez não seja o momento certo. Existe momento certo?
Não é sobre nome, gostos, idade, RG. É sobre tudo e sobre nada. Sim, Nada! Nada e puro nada. Talvez eu não seja nada, contrariando qualquer tratado cartesiano. É sobre ser, que não sei quem é, como é , que talvez exista ou não exista ou precise ser re-des-construído.
Alices's quotes I, II e III "significados". 'Quem é você?' é uma pergunta enigmática capaz de retirar de órbitas corpos ina/animados. Pode parecer ser simples a um olhar desapercebido, mas que cedo ou tarde toma nossa atenção, de simples passa a intricada, descortiná-la pode levar uma vida ou várias. Vale a pena?
Nunca pensei que me fosse acontecer, mas aconteceu: Um crush por um menino que não sei em qual time ele joga. Bonito, introvertido, nenhuma demonstração de "heterossexualidade" aparente, adora ler, ar misterioso...Um boy magia! Mas como quase todos os boys com quem sai conheci por internet, e os outros poucos eu sabia de antemão que eram gays, agora não sei como lidar com a situação. O meu gaydar não funciona com ele. Já mandei a foto para "azamigas CSI" que sabem reconhecer por foto e me disseram que ele provavelmente é do grupo, no entanto, não muda muita coisa. Se eu tentar qualquer aproximação e ele não for gay/bi eu não saberia lidar com a situação depois, já que conviverei com ele até o dezembro. Hoje numa conversa com o crush ele disse que já namorou uma única vez, mas não fez menção nenhuma ao gênero do namorado(a). Se eu perguntasse ficaria muito na cara. Não quero queimar minha língua e transformar "a queda/crush" em algo platônico. (Queimar a língua porque nunca consegui entender a razão das pessoas terem paixões platônicas). Ao mesmo tempo não sei se é carência da minha parte, porque os sentimentos pelo ex, continuam os mesmos há quase quatro anos, ou não...
Continuo constantemente me sentindo insatisfeito, melancólico. Como se faltasse sempre algo, como se a felicidade estivesse sempre a um passo, mas um passo que eu nunca fosse capaz de dá-lo.
É uma sensação inimaginável e debilitante, que me faz sentir só, mesmo quando estou em companhia de outras pessoas. É desgastante; É um verme que come suas estranhas lentamente.
Cada manhã sinto esta estranha sensação de “vazio”, aos poucos parece atenuar-se, mas não desaparece por completo. Continua latente, como se fosse um stand by. Você sabe que está aí, mas não o incomoda tanto. É como se fosse um bip de alarme a soar distantemente. Algumas vezes o lembra que não é feliz, que não basta a si mesmo porque amor não é feito de si próprio, o lembra que o ser humano não nasceu só, mas que tem necessidade de uma vida social verdadeira.
Continuo acreditando que esta sensação é típica de quem não aceita a si mesmo. (...)
Quero compreender o que me faz sentir assim. Quero compreender o que provoca em mim e a quê compete. Quero derrotá-la! Quero vencê-la! É um tumor. Um câncer da alma. (...)
Compreendo agora, finalmente, que seria nada mais que um ato de vergonhosa resignação.
Decidi comportar-me como um homem, pelo menos uma na vida. Isto está transformando-me num guerreiro. Gosto de imaginar-me como um soldado da paz, pronto para lutar e destruir os sentimentos que me assaltam.
Agora, como já disse, estou estudando o inimigo. Devo compreender seus hábitos para aniquilá-lo. Não consigo imaginar que seja mais simples morrer. Quero viver, mas ao meu modo. Espero um dia, poder ser feliz de verdade. Fragmentos traduzindos do capítulo X do livro: "Io sono gay...Al meno cosi credo" de Salvatore Savasta, Palermo 2014.
Sinto uma epifania quando algo "traduz" ou descreve perfeitamente o que sinto, ao contrário do trecho a sensação de vazio me invade no fim do dia, no ônibus de volta à casa, às sextas à noite.
Versión en Español: Soy gay, al menos eso creo
Continúo, perennemente, sintiéndome insatisfecho, melancólico. Como si faltase siempre algo. Como si la felicidad fuera siempre a un paso, pero que yo fuera incapaz de darlo.
Es una sensación increíble y debilitante. Te hace sentir solo incluso si estás en compañía. Te desgasta. Es un extraño gusano que te carcome lentamente desde dentro.
Cada mañana siento esta extraña sensación de “vacío”. Luego, poco a poco, parece atenuarse, pero no desaparece en realidad. Se queda latente, como si fuera un stand by. Sabes que está ahí, pero no te fastidia. Solo de vez en cuando te recuerda, como una suerte de timbre de alarma, de que no eres feliz. Que no te bastas a ti mismo porque el amor no se hace a sí mismo. Que el ser humano nació solo, sino que tiene necesidad de una vida social verdadera. Yo continúo creyendo que esta sensación es típica de quien no se acepta a sí mismo. (…) Quiero comprender lo que me hace sentir así. Quiero comprender lo que provoca en mí y de qué dependa. ¡Quiero derrotarla! ¡Quiero vencerla! Es un tumor. Es un cáncer del alma. (…) Comprendo, ahora, finalmente, que sería nada más que un acto de vergonzosa resignación. He decidido comportarme como un hombre, por una vez en la vida. Esto me está transformando en un guerrero. Me gusta imaginarme como una suerte de paladín de la paz, listo a luchar para destruir las sensaciones que continúan asaltándome. Ahora, como ya dije, estoy estudiando al enemigo. Debo comprender sus hábitos para aniquilarlo. No logro imaginar que sea más simple morir. Quiero vivir, pero debo hacerlo a mi modo. Espero, un día, poder ser de verdad feliz.
Estava eu aqui quieto no meu canto, quando ontem pela manhã recebi uma chamada de uma empresa de seleção de pessoal de São Paulo. Estranhei! Por quê uma empresa de lá me ligaria?! A moça me falou de uma proposta de emprego para uma indústria na minha cidade. Aceitei porque há um tempo venho buscando estágio/trabalho e, empresas baterem à porta de alguém não é algo comum, ainda mais nos tempos da famigerada "Crise", a qual me recuso acreditar que exista por razões que não cabem aqui dizer. Depois de preencher um currículo no site da empresa, um pouco mais tarde a moça me retorna e marca a entrevista para o dia seguinte. Lá hoje fui eu. Tomei um susto pelo tamanho da empresa e por ser uma subsidiária de uma empresa mundialmente conhecida do ramo de maquinário pesado. Tive que assistir a um vídeo de apresentação da empresa e suas normas de segurança antes de entrar de fato na fábrica e dirigir-me à entrevista.
Aguardei vinte minutos na recepção até que fui convidado a dirigir-me a uma sala onde fui entrevistado por um senhor, que após ler meu currículo me disse: "Seu perfil é de uma pessoa intelectual, administrativo, que não vai de encontro com perfil necessário para ocupar a vaga. É uma pessoa que estuda, que corre atrás. Este é trabalho onde você terá de carregar peças, onde toda sua capacidade intelectual será desaproveitada. Você se frustrara facilmente. Por que você quer esse trabalho?" Eu não poderia dizer o óbvio $$$$. Disse que tinha experiência para o cargo, embora esta experiência foi adquirida numa empresa, cujo ramo é completamente diferente e mais toda a ladainha que me foi ensinada a dizer em tais ocasiões nos diversos cursos de formação que tive.
O recrutador me fez uma propaganda negativa absurda do cargo em questão, que por fim desisti. Diante de tal cenário não me restava outra. A empresa precisava de uma pessoa com baixa instrução, pois se ao me contratar correria o risco que eu não ficasse no posto nem por um mês, segundo o senhor recrutador. Duvido muito disso. Aprecio a sinceridade do moço em questão, que muito gentilmente me passou contatos de pessoas da empresa para que eu tentasse algo relacionado a minha área de estudo, porque a empresa possui laboratórios. Elogiou-me o máximo que pode. Não precisava porque eu não me debulharia em lágrimas diante de uma negativa.
Resumindo a missa: Eu realmente não entendo essa lógica perversa do capitalismo. Instrução de menos, não tem emprego, instrução um pouco a mais, também não, instrução completa tem, mas não é fácil conseguir. Eu não consigo emprego nem em supermercado, empresas que sempre têm vagas. Não posso omitir meu superior incompleto porque vem sempre a pergunta? O que você fez de 2011 até hoje? Não tenho como inventar e tentar mentir para um psicólogo. Este é só um dos episódios que compõe a saga pela busca de estágio/emprego. Tenho passado por situações absurdas de outubro para cá. Às vezes tenho vontade de chutar o pau-da-barraca e virar hippie, ir vender minha arte em praças e praias da vida. De quê me serve estudar fora o gosto pelo estudo?
Dudas que me surgen:
¿Mirar una peli?
¿Leer un libro?
¿Buscar a una serie en Netflix?
He intentado todas las anteriores, pero nada me ha gustado
¿Dormir? ¡Nooo, dormir no!
¿Salir de fiesta? ¡Un sueño, pero sin amigos jamás. La ultima vez fue hace más de un año, cuándo mi amigo marinero ha venido visitarme, pero fue una cagada. Fuimos a una disco terrible en B.H que tocaba funk y pop de Disney. Los gais se veían locas en la disco. Mi amigo marinero y yo los mirábamos incrédulos pues se ponían locas por el funk y el pop de los más terribles. No nos quedamos, después hemos dado un vistazo en los bloques alrededor y todas las demás oímos lo mismo, además son espacios muy pequeños y caros por la calidad ofrecida. No me quise creer.
¿Estoy o no estoy en una metrópoli? - Me preguntaba. Yo pensaba que los gais de los grandes centros tenían gusto apurado, mejor dicho de B.H, pero parece que no. Pensaba yo que la escena de discos de Iguazú era mala, no lo es. Es cierto que esperaba encontrar aquí algo que se acercase de las pelis o de que lo decían de São Paulo. Hay quien diga que B.H es un pueblo. Tal vez fue un vienes cagado solamente. No sé. Tengo ganas de volver a Iguazú u ojalá que alguien me muestre espacios de calidad por aquí donde se pone música electrónica a romper. Reggaeton no lo creo que voy a encontrar, se queda para la frontera.
Pienso en sacar el DELE este año, por esa razón voy a tratar de poner el blog bilingüe o intercalar textos en español y portugués. Preciso entrenar la escrita.
Eu tenho 22 anos. Hoje eu descobri que eu não aceito a minha homossexualidade. Eu estive enganado por todo esse tempo. Não aceitar minha homossexualidade, talvez seja o "menor" dos problemas. O maior deles, é o "medo profundo" da rejeição dos outros.
Escrito há alguns meses. Não sei estimar a data, mas foi após uma sessão para iniciar uma terapia. Continuo não aceitando-a. Pode soar contraditório, para mim também o é.
Ontem lendo um poste antigo e ao responder um comentário em um poste recente me deparei diante de uma situação que dentro da lógica linear não faria sentido, entretanto esqueci-me de um porém, sou humano e a última coisa que vai existir na vida de humano, é linearidade de sentimentos e pensamentos. Posso hoje estar dotado de clareza sobre a vida, demonstrando grande maturidade, mas ao reler este poste, concluo que amanhã posso não estar.
Qual a razão por me encontrar em dúvidas, incertezas e questionamentos, os quais já os respondi com total convicção e clareza tempos atrás? Porque ao observar aquilo que fora escrito, não teria razão para tê-los novamente. Nada fora escrito da boca para fora. Onde está aquele Gustavo? Não sei se a depressão que se instalou há pouco mais de um ano me fez estar no mar de dúvidas em que me encontro. Não consigo viver com leveza, porque os questionamentos se fazem presente mais do que tudo.
Onde fica a maturidade de um ano atrás? A maturidade se esconde em alguns momentos? Parece que tenho 15 anos novamente. A vida será sempre assim? Sempre estarei no abismo cíclico de provações e dúvidas todas as vezes que em que sofrerei perdas e problemas maiores se instalarem? A onde está a leveza do viver experimentada e palpável que tive em minhas mãos? A terei novamente? Não sei! Não sei! E não sei!
Os adultos mentem, quando dizem que depois dos dezoito as dúvidas acabam. Mentira! Não acabam, estarão ai durante toda a vida. É o que parece...
Volta Gustavo dos 22, eu preciso de você.
Aos 22 eu descobri que nem tudo precisa ser compreendido, viver satisfaz qualquer necessidade de compreensão. Esse é o sentido da vida, VIVER.
Aos 22 anos caminho livre, liberto de muitas amarras, outros nós ainda esperam para serem desatados. Caminho com poucos pesos sobre mim, confiante, mas temoroso.
Vá! Siga esse caminho tortuoso de autodestruição. Mas não o engane mais com as suas oscilações entre a vida mundana e a vida religiosa; a vida que deseja que seja semelhante a vida de um monge tibetano. Sim, ele estar a ser irônico. Eu estou a ser irônico. Acabou. Esgotou. Ele não pode suportar as mentiras resultantes de seu comportamento dúbio oscilatório, lhe causa danos. Não está mais disposto a pagar o preço das sensações em seu corpo. Cortam feito aço, cada vez que sente que você se afasta, cada vez que lhe diz para seguir em frente, cada vem em que lhe diz que tem um chamado, uma vocação maior, que qualquer palavra que você lhe diga ele não será capaz de entendê-la, cada vez em que você se esqueceu das juras e propostas feitas antes de rumar em direção ao caminho oposto, cada vez que usa sua máscara de cinismo e o pede para continuarem a serem simples amigos, quando na verdade, você apenas deseja o sentimento de segurança de tê-lo por perto. O tolo seguiu acreditando, alimentando à distância, posto que, não é a primeira vez que você assume esse comportamento e ele se vê no mesmo lugar de dois anos atrás. Por que voltou? A ele só resta dizer a você que sente pena. Pena por você sucumbir a miséria humana provocada pela religião, e dor por lhe ter dito palavras tão duras, numa tentativa desesperada de o afastar de si, independente de seus votos para que ele fique bem, siga em frente e viva o presente. Ele despede-se., mesmo sabendo que agora você sente o mesmo vazio que ele sente. Mas Deixe-o! Por um tempo, por um ano, uma década, por uma vida...
"as paixões são pra si mesmas
Não são pra mais ninguém(...)
Não é possível ser esperto, inteligente
E ao mesmo tempo amar
Não vou negar, não vou negar, enfim" - ABMBDC
**Escrito há alguns dias, quando a dor de cotovelo só passou depois de por tudo isso aqui.
Perdi a liberdade de escrever sobre certas situações da minha vida após compartilhar o endereço do blogue com uma pessoa, o qual, foi citado inúmeras vezes neste espaço. Se foi um erro, não sei. Não há absolutamente nada do que foi escrito sobre ele que ele não saiba ou tenha sido dito por mim a ele. A mudança de endereço não é subterfúgio para falar mal dele, mas para garantir a expressão dos meus sentimentos livremente e sem nenhuma censura a partir deste momento na minha vida.
No embalo disso optei por um endereço que refletisse o nome do blogue, embora em outra língua, o Latim.
Seguimos nos destruindo. Seguimos nos matando. Seguimos atentado contra a razão. (...) Que nós evoluamos. Que nós amemos. Que nós fodamos. Que nós troquemos os mísseis por consolos, as armas de destruição em massa por orgias descomunais. Deixemos de invadir países e comecemos a conquistar cus. Pratiquemos bondage e SDM ao invés de escravizar crianças. (...) Que os gritos de orgasmos substituam os gritos de fome e desespero. Fodamos sim! Fodamos e Fodamos! Acabemos urgentemente com esse pensamento hipócrita e cruel. Deixemos de nos escandalizarmos por ver nossos corpos nus enquanto aceitamos normalmente ver corpos mutilados. Façamos algo, não importa o que seja. Mas façamos, com urgência e sem desculpas, porque somente quando cada pinto/pila e cada buceta/crica seja respeitado, valerá a pena viver neste mundo.
Evolucionemos. Amémonos. Follémonos. Cambiemos los misiles por los consoladores. Las armas de destrucción masiva por orgía multitudinarias. Dejemos de invadir países y empecemos a conquistar culos. Practiquemos el bondange y la dominación en lugar de esclavizar a nuestros niños. (...) Que los gritos de cada orgasmo sustituyan los gritos de hambre y la desesperación. ¡Follemos sí! ¡Follemos y Follemos!. Acabemos ya con esta forma de pensar hipócrita y cruel. Dejemos de nos escandalizarnos al ver nuestros cuerpos desnudos mientras aceptamos ver cuerpos mutilados. Hagamos lo que sea, con urgencia. Sin excusas. Porque solo cuando cada polla y cada coño de este planeta sea respetado, valdrá la pena vivir en él.
Não faz parte dos cânones das canções populares que as pessoas solitárias e em estado mais ou menos grave de carência emocional se sentem em frente aos seus computadores domésticos, em vez de se deitarem a ouvir na escuridão a chuva a bater na janela, enfiem um CD qualquer no leitor de CDs, e se liguem às salas de chat, na esperança um pouco patética e desesperada de encontrar alguém, que goste igualmente de cinema, de jazz, de romances norte-americanos e poetas portugueses, com quem passar um bom bocado de conversa, que pode vir a culminar num café para se conhecerem, ou mesmo num cinema, de quem se tornem ‘amigos ou algo mais’, ou mesmo na esperança, ainda mais patética e desesperada, de duas horas de urgência e calor que acabem em manchas no lençol (...) Miguel Botelho. Elvis sobre a Baía da Guanabara e Outras Histórias. Conto: Quatro Canções. (p. 484-486). 2013. INDEX ebooks.
Ler este trecho deste conto rapidamente me remeteu ao filme argentino Medianeras, em Português:'Buenos Aires na era do Amor digital'. É um retrato da vida e lógica dos relacionamentos na era digital nas grandes metrópoles. O sentir-se só rodeado por milhões. O contexto pode ser transferido a qualquer metrópole do mundo ocidental. O filme marca pela simplicidade e crueza dos diálogos, algo característico da robotização das relações contemporâneas.
Medianeras em livre tradução é o mesmo que paredes sem janelas, divisões. O filme está disponível no catalogo da Netflix.
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