Universo Paralelo: ¿Qué hacer? Ai! Não sei...
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Nunca pensei que me fosse acontecer, mas aconteceu: Um crush por um menino que não sei em qual time ele joga. Bonito, introvertido, nenhuma demonstração de "heterossexualidade" aparente, adora ler, ar misterioso...Um boy magia! Mas como quase todos os boys com quem sai conheci por internet, e os outros poucos eu sabia de antemão que eram gays, agora não sei como lidar com a situação. O meu gaydar não funciona com ele. Já mandei a foto para "azamigas CSI" que sabem reconhecer por foto e me disseram que ele provavelmente é do grupo, no entanto, não muda muita coisa. Se eu tentar qualquer aproximação e ele não for gay/bi eu não saberia lidar com a situação depois, já que conviverei com ele até o dezembro. Hoje numa conversa com o crush ele disse que já namorou uma única vez, mas não fez menção nenhuma ao gênero do namorado(a). Se eu perguntasse ficaria muito na cara. Não quero queimar minha língua e transformar "a queda/crush" em algo platônico. (Queimar a língua porque nunca consegui entender a razão das pessoas terem paixões platônicas). Ao mesmo tempo não sei se é carência da minha parte, porque os sentimentos pelo ex, continuam os mesmos há quase quatro anos, ou não...


           



Estava eu aqui quieto no meu canto, quando ontem pela manhã recebi uma chamada de uma empresa de seleção de pessoal de São Paulo. Estranhei! Por quê uma empresa de lá me ligaria?! A moça me falou de uma proposta de emprego para uma indústria na minha cidade. Aceitei porque há um tempo venho buscando estágio/trabalho e, empresas baterem à porta de alguém não é algo comum, ainda mais nos tempos da famigerada "Crise", a qual me recuso acreditar que exista por razões que não cabem aqui dizer. Depois de preencher um currículo no site da empresa, um pouco mais tarde a moça me retorna e marca a entrevista para o dia seguinte. Lá hoje fui eu. Tomei um susto pelo tamanho da empresa e por ser uma subsidiária de uma empresa mundialmente conhecida do ramo de maquinário pesado. Tive que assistir a um vídeo de apresentação da empresa e suas normas de segurança antes de entrar de fato na fábrica e dirigir-me à entrevista.

Aguardei vinte minutos na recepção até que fui convidado a dirigir-me a uma sala onde fui entrevistado por um senhor, que após ler meu currículo me disse: "Seu perfil é de uma pessoa intelectual, administrativo, que não vai de encontro com perfil necessário para ocupar a vaga. É uma pessoa que estuda, que corre atrás. Este é trabalho onde você terá de carregar peças, onde toda sua capacidade intelectual será desaproveitada. Você se frustrara facilmente. Por que você quer esse trabalho?"  Eu não poderia dizer o óbvio $$$$. Disse que tinha experiência para o cargo, embora esta experiência foi adquirida numa empresa, cujo ramo é completamente diferente e mais toda a ladainha que me foi ensinada a dizer em tais ocasiões nos diversos cursos de formação que tive. 

O recrutador me fez uma propaganda negativa absurda do cargo em questão, que por fim desisti. Diante de tal cenário não me restava outra. A empresa precisava de uma pessoa com baixa instrução, pois se ao me contratar correria o risco que eu não ficasse no posto nem por um mês, segundo o senhor recrutador. Duvido muito disso. Aprecio a sinceridade do moço em questão, que muito gentilmente me passou contatos de pessoas da empresa para que eu tentasse algo relacionado a minha área de estudo, porque a empresa possui laboratórios. Elogiou-me o máximo que pode. Não precisava porque eu não me debulharia em lágrimas diante de uma negativa.

 Resumindo a missa: Eu  realmente não entendo essa lógica perversa do capitalismo. Instrução de menos, não tem emprego,  instrução um pouco a mais, também não, instrução completa tem, mas não é fácil conseguir. Eu não consigo emprego nem em supermercado, empresas que sempre têm vagas. Não posso omitir meu superior incompleto porque vem sempre a pergunta? O que você fez de 2011 até hoje? Não tenho como inventar e tentar mentir para um psicólogo. Este é só um dos episódios que compõe a saga pela busca de estágio/emprego. Tenho passado por situações absurdas de outubro para cá. Às vezes tenho vontade de chutar o pau-da-barraca e virar hippie, ir vender minha arte em praças e praias da vida. De quê me serve  estudar fora o gosto pelo estudo?



                       





Dudas que me surgen:

¿Mirar una peli?

¿Leer un libro?

¿Buscar a una serie en Netflix?

He intentado todas las anteriores, pero nada me ha gustado

¿Dormir? ¡Nooo, dormir no!

¿Salir de fiesta? ¡Un sueño, pero sin amigos jamás.  La ultima vez fue hace más de un año, cuándo mi amigo marinero ha venido visitarme, pero fue una cagada. Fuimos a una disco terrible en B.H que tocaba funk y pop de Disney. Los gais se veían locas en la disco. Mi amigo marinero y yo los mirábamos incrédulos pues se ponían locas por el funk y el pop de los más terribles. No nos quedamos, después hemos dado un vistazo en los bloques alrededor y todas las demás oímos lo mismo, además son espacios muy pequeños y caros por la calidad ofrecida. No me quise creer.  
¿Estoy o no estoy en una metrópoli? - Me preguntaba. Yo pensaba que los gais de los grandes centros tenían gusto apurado, mejor dicho de B.H, pero parece que no. Pensaba yo que la escena  de discos de Iguazú era mala, no lo es. Es cierto que esperaba encontrar aquí algo que se acercase de las pelis o de que lo decían de São Paulo. Hay quien diga que B.H es un pueblo. Tal vez fue un vienes cagado solamente. No sé. Tengo ganas de volver a Iguazú u ojalá que alguien me muestre espacios de calidad por aquí donde se pone música electrónica a romper. Reggaeton no lo creo que voy a encontrar, se queda para la frontera.


                 


Pienso en sacar el DELE este año, por esa razón voy a tratar de poner el blog bilingüe o intercalar textos en español y portugués. Preciso entrenar la escrita.